Você curtiria uma página de um cemitério no Facebook?

Parece brincadeira mas é verdade mesmo! Ontem (20/07) foi dia do amigo, e eu vi um artigo no BlueBus falando da fanpage do Cemitério Jardim da Ressurreição (Teresina-Piauí) que publicou a seguinte menção no Facebook:

voce-curtiria-uma-pagina-de-um-cemiterio-no-facebook

A marca costuma trabalhar a comunicação nas redes sociais com esse engajamento bem-humorado para tentar humanizar a relação com a população, que invariavelmente, um dia pode precisar dos seus serviços! A questão é muita gente não curte esse tipo de abordagem e acha ‘zueiro’, da mesma forma como tem que goste bastante por achar que não há nada demais!

11692503_828477600582187_1929587093621877656_n

Nos grupos de discussão de profissionais do ramo o debate é intenso sobre a forma de comunicação da marca e claro que a conversa está bastante polarizada. A questão é que até o momento em que eu escrevo esse post, a menção está com mais de 4k de curtidas, 2,6k de comentários e 1,7k de compartilhamentos.

E você empresário o que acha dessa abordagem?

No futuro todos serão famosos durante quinze minutos

Andy Warhol cunhou a célebre frase “In the future everyone will be famous for fifteen minutes” e ela deu origem ao nome do programa 15 minutos de Fama; videocast que eu criei junto do amigo Fábio Carvalho para suprir uma necessidade que eu tinha em revisitar e ampliar os ótimos papos do evento Sou+Web, do mestre e amigo Nino Carvalho.

O evento aconteceu entre os anos 2009 e 2010, e certamente contribuiu muito na formação do profissional que eu sou hoje. Com seus temas pra lá de relevantes, eu aprendi a pensar sob a ótica do marketing, planejamento e principalmente pelo olhar do usuário e consumidor final. Foram 13 edições em que todos os participantes sugeriam as pautas, debatiam os assuntos mais importantes, participavam ativamente do evento e no final ainda iam para os restaurantes e bares para continuar a boa discussão. Assim, vários profissionais do mercado aprenderam muito com esse pensamento coletivo mas em fevereiro de 2010 todos ficaram órfãos, inclusive eu.

12º Sou mais Web em dezembro de 2009 (via antigo Meemblogando)

12º Sou mais Web em dezembro de 2009 (via antigo Meemblogando)

Quem me conhece de perto sabe que eu tenho o hábito de falar muito seja no telefone ou num Instant Messenger qualquer. Aproveito qualquer conversa que seja para ampliar o meu conhecimento e bater um bom papo. Afinal, trabalhar como freelancer em home-office tem lá as suas dificuldades, e a falta de uma boa discussão é uma delas. Tentei então achar esse conceito do Sou+Web para as redes sociais em grupos no Facebook por exemplo e tudo era muito trabalhoso e impessoal, não tinha mesma pegada. Então eu resolvi criar o meu próprio “universo Sou+Web” e tive a ideia de criar um videocast para conversar com outros profissionais o que estava acontecendo na Internet e então o Fábio Carvalho sugeriu o Hangout da redes social Google+. Mas foi somente quase UM ANO DEPOIS é que conseguimos gravar o primeiro episódio com o Roney Belhassof, quando já existia o Hangout On Air que faz uma transmissão ao vivo dessa conversa e ainda publica no perfil do Youtube. Continue reading

A série “House of Cards” ensinando o que são as novas mídias

Na quinta-feira (14/02/2013) o amigo @NerdPai tweetou como se fazia para habilitar o download de nossas mensagens no Twitter. Segui as suas orientações e na mesma hora troquei o idioma para a versão em inglês, e surgiu o tal botão que ele mencionou para baixar as minhas mensagens.

Eu criei uma conta no dia 11 de setembro de 2007, mas só comecei a usar efetivamente em no dia 9 de novembro e foi bem engraçado ler como eu usava a ferramenta na época. Claro que depois disso eu acabei pensando em como TODOS nós mudamos depois da explosão das redes sociais há quase 10 anos.

Eu mesmo estava buscando o meu lugar ao Sol trabalhando numa pequena agência de comunicação como webdesigner sem ainda entender o que estava acontecendo na Internet. Blogs e redes sociais ganhavam força e cada vez mais apareciam na “grande mídia” como nova tendência do mercado e não da sociedade.

Como diz o mestre Carlos Nepomuceno, nós vivemos a era da “nova Revolução Industrial”. TUDO mudou desde que as pessoas comuns ganharam voz na web! Assim como na época em que a Bíblia Sagrada foi traduzida do Latin pelo Martinho Lutero e deu origem ao Protestantismo, os blogs e as redes sociais estão fazendo história.

Mas é preciso entender que o atual momento está em construção MESMO! E nessa ebolição, é preciso fazer muitas reflexões sobre o passado, o presente e o futuro da nossa sociedade. Continue reading

Que tal usar o Google+ no lugar do Facebook?

Essa semana eu li na timeline uma notícia que reacendeu uma ideia que eu estava querendo por em prática há algum tempo. A notícia falava que a “gigante de buscas” estava criando e vinculando automaticamente perfil no Google Plus uma vez que você criasse uma conta no Google/Gmail.

Atitude essa que mostra claramente que a empresa visa bater de frente com o Facebook, a rede social mais acessada em 127 países no mundo, também noticiada essa semana!

Por conta disso, choveram postagens e menções sobre o assunto e óbvio as comparações entre as plataformas foram inevitáveis.

Em conversas com alguns amigos sobre esse assunto, dois pontos são sempre levantados quando queremos avaliar as duas redes sociais:

  1. O valor qualitativo das relações entre os amigos;
  2. A quantidade de amigos nas redes e consequentemente, de conteúdo;

Ao mesmo tempo, duas frases sempre estão presentes na argumentação das preferências dos meus amigos:

  1. “O Facebook está virando um Orkut!”
  2. Eu até gosto do Google Plus, o problema é que não tem ninguém lá!

Por causa desses questionamentos eu resolvi fazer um teste com o objetivo de optar usar apenas UMA das duas como a “minha rede social oficial“. Como eu uso o Facebook desde julho de 2007, tenho mais amigos por lá (atuais 652) e conseqüentemente mais interações. Continue reading