[Polêmica] Porquê eu não meu preocupo com @sobrinhoweb

Sempre citado nas “rodinhas” de discussões entre os profissionais web, o “sobrinho” é de longe o cara mais odiado da Internet! Sinônimo do antiprofissional, esse cara, que em geral é parente do dono de alguma empresa, faz sites horrorosos cheio de firulas, carregado de cores não complementares e abusa das fontes e texturas da moda! Ele é o verdadeiro câncer do mercado web, certo?!

ERRADO!

Prazer! Eu sou o @sobrinhoweb e faço sites por R$ 200,00

Para mim o “sobrinho” cumpre um papel de uma demanda que existe e sempre vai existir, independente de quanto o mercado seja profissional. Claro que você já deve estar entendendo o foco desse artigo. Sim, eu estou dando mais uma “espetada” na polêmica gerada por causa da “Tabela referencial de preços para serviços freelancers em design“.

Na quarta-feira passada (24/04/2013) saiu uma edição especial do FalaFreela sobre o tema, onde Mauro, Carol e eu conversamos com Rafael Ancara do (ótimo!) Anticast e do criador da tabela, Diego Motta da FanPage Design&Chimarrão.

O Diego contou sobre a ideia e concepção da tabela e ainda sim os Xiitas de plantão desceram o cacete na pauta, e inclusive tentaram descredibilizar o programa dizendo que baixamos o nível e que tentamos nos promover “capitalizando a pauta”.

Apesar do trio deixar bem claro que entendem que a tabela não é a ÚNICA forma de precificação nacional, sabemos da importância que ela tem junto aos mais inexperientes. Existem inúmeras variáveis que fica IMPOSSÍVEL documentar tudo num único PDF todos os preços praticados no Brasil. Como bem disseram (não lembro aonde!), “que bom que a tabela gerou essa polêmica toda, porque nunca se discutiu tanto o design no mercado como agora“. Eu concordo nesse ponto e que quero trazer outras opiniões que eu tenho sobre esse assunto.

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Carreira Solo, onde tudo começou para mim

Numa época em que as redes sociais eram bem escassas por aqui, achar boas referências para qualquer tipo de assunto era um trabalho árduo e demandava bastante tempo. Poucos eram os sites em português que mostravam metodologias, processos de criação e desdobramentos de projetos web. Havia muita preocupação em mostrar como se fazer os trabalhos com receio de ser plagiado. Um desses poucos sites que eu usava como “hub de informação” era o Mammoth Design, do amigo paulista Marco Duarte. Através do seu famoso “mural” eu conheci várias referências de links do mercado. Nesse mural o Marco colocava muitas mensagens com dicas e todos que visitam o seu site liam esses pequenos textos, e cada um dos visitantes podia comentar ou inserir novas mensagens. Era como um “micro Twitter próprio” e foi através desse mecanismo que eu descobri o Carreira Solo.

Carreira Solo e Mammoth Design em 2004 (via WebArchive.org)

Carreira Solo e Mammoth Design em 2004 (via WebArchive.org)

Fazendo uma visita rápida pelo Web Archive eu consigo entender como o Carreira Solo me impactou! Seus artigos relatando “cases” do mercado, a troca de experiências de inúmeros outros profissionais, referências de leituras de livros e de outros blogs, manuais, dicas, e o indispensável “minicurso” e eu imprimia tudo que podia! A leitura diária passou a ser obrigatória e eu comecei a interagir comentando nas postagens e trocando ideias com outros profissionais. Fiz isso tantas vezes que acabei virando contato de MSN do editor do site, o Mauro Amaral, e que mais tarde me chamou para participar do episódio “zero” e “#01” do podcast Fala Freela, e desde então a minha carreira como designer web se consolidou graças a ajuda do seu trabalho. Continue reading